Super Mario Bros: nostalgia em um cartucho de NES

Publicada em: 07/05/2026 00:00 -

Se você é gamer vintage ou millennial que viveu os tempos de ouro do Nintendinho (NES), sabe que Super Mario Bros. é uma viagem pelo túnel do tempo hoje em dia. É como voltar aos bons tempos de infância (ou juventude) assoprando cartucho, segurando o controle "tijolinho" e ralando para salvar a princesa.

O mais incrível é como ele continua divertido até hoje! Simples, direto e desafiador na medida certa. Cada pulo, cada "inimigo" e cada segredo colocados lá com um cuidado absurdo - aliás, até hoje os controles do jogo são considerados extremamente precisos e avançados para o seu tempo.

E falando em segredos... Bom, seria um spoiler tremendo nos anos 80 - hoje, talvez nem seja mais segredo pra ninguém. Era muito comum todo mundo jogar as fases uma por uma e encontrar o Toad no castelo depois de jogar o Bowser na lava, dizendo "Thank you, Mario! But our princess is in another castle!" É que o caminho direto para o castelo certo estava escondido nas warp zones: áreas secretas que avançavam etapas no jogo.

Quem souber, deixe nos comentários em quais "worlds" essas warp zones estavam.

A trilha sonora é sensacional, marcante até hoje: por isso há tantos covers musicais - de pianistas, de vocalistas solo que juntam as partes com tela dividida, de bandas e até orquestras fazendo arranjos sinfônicos.

Os gráficos, para os padrões de hoje, eram rústicos. Para a época, muuuito legais - foi um tempo que a galera jogava coisas com um quadradinho e duas linhas verticais e virava pebolim. Então, ver um cenário aberto com arbustos, nuvens, árvores, abismos, cerquinhas, canos, ambientes aquáticos, pontes, mastros e castelos era doideira!

E quem nunca passou tardes inteiras jogando na TV da lavanderia para não estorvar a mãe (ou a vó) querendo ver os jornais e novelas na sala? Ou manhãs na casa dos primos até a mãe vir buscar de chinela na mão pra almoçar (isso quando não vinha o pai com uma cinta)? Ou comprava umas fichas no fliperama do tiozão de bigode (que tinha seus 20 e poucos anos e cara de 40) pra jogar, tomar "game over" e passar raiva porque o dinheiro para as fichas acabou?

E antigamente não tinha "Audiosfera" nem nada - queria dicas e manhas dos jogos? Ou você ia até a banca de jornal comprar revistinhas ou o nerd da sala ia fazer trabalho da escola na sua casa e te ensinava as coisas que, sem ajuda dele, talvez você nunca descobrisse. Bons tempos!

Até a próxima! Em breve a coluna de games está de volta, falando sobre mais joinhas millenials.

 

Videogame é diversão, não vício. Diversifique o lazer.

Cartuchos, CDs e consoles: só originais. Diga não à pirataria de software. 

Compartilhe: x
COMENTÁRIOS
Comentário enviado com sucesso!
Carregando...
RELACIONADOS
Powered by FX Pricing