Imagem: Wilfredo Hernández. Licença: Creative Commons BY-SA
Reportagem: Mario Gazzola
A partir de sua parceria formada com a CONAB desde 2024, e desde 2005 estendendo a coleta de preços para 27 capitais brasileiras, o DIEESE divulgou hoje o levantamento mensal do preço médio da cesta básica segundo números observados no último mês de maio, constatando que o custo da cesta aumentou em todas as cidades analisadas.
Em Florianópolis, o índice fechou em R$ 913,43 - isto representa um aumento de 7,81% no preço do mês anterior. Em 2026, a variação acumulada foi de 13,99% nos preços desde janeiro, sendo 6,35% nos últimos doze meses desde 2025. É a quarta cesta básica mais cara do país, ficando atrás apenas de São Paulo, Cuiabá e Rio de Janeiro. A cesta básica mais barata do Brasil é a de São Luís, capital do Maranhão, custando R$ 651,15 como verificado pelo órgão.
Este valor, dentro da lista de produtos especificada no Decreto-Lei 399/38 e nas quantidades mínimas previstas, consome 60,92% do salário-mínimo líquido, tendo o bruto sido reajustado para R$ 1.621,00 no início do ano - um aumento de apenas 6,79% em relação ao último vigente em 2025.
Vale esclarecer que o estudo representa o custo mensal para a alimentação de apenas uma pessoa adulta e não engloba outras despesas, como: aluguéis e taxas de condomínio; abastecimento de energia elétrica, água e gás; comunicações, como linhas telefônicas e internet; uso de transporte urbano; etc. e não oferece um panorama completo sobre o custo de vida no Brasil.
Fonte: DIEESE

