Imagem: Fernando Frazão/Agência Brasil. Licença: Creative Commons BY
Reportagem: Mário Gazzola
Logo mais, às 21h30, a seleção brasileira pisa no gramado pra rolar a redonda contra o Haiti, equipe que jogou há uma década contra os verde-amarelos e perdeu pelo mesmo placar sofrido pelo Brasil contra a Alemanha em 2014: uma sonora goleada por 7x1 dos canarinhos sobre os grenadiers.
Carlo Ancelotti formou elenco com os seguintes jogadores: Alisson no gol; Douglas Santos e Danilo pelas laterais; Gabriel Magalhães e o capitão Marquinhos na zaga; os volantes Casemiro e Bruno Guimarães; Vinícius Jr. e Raphinha atuando como pontas; Paquetá será o trequartista; e Matheus Cunha atuando no ataque. O time de Sébastien Migné terá: o capitão Johny Placide no gol; Arcus e Expérience nas laterais; Adé, Duverne e Delcroix na zaga; Casimir e Providence como pontas; Jean Jacques e Bellegarde no meio-campo; e o atacante Frantzdy Pierrot à frente.
O técnico da seleção brasileira vem sendo detonado pela torcida, que considera teimosa sua atitude de não escalar ou não colocar ao Endrick em campo nas substituições. O garotão contribui para decidir partidas e entrega resultado tanto em clubes quanto na seleção quando há dificuldades criativas ou de finalização. Entretanto, o Don Carletto parece encanado demais com escalações balanceadas e segurança coletiva, e acaba sub-empregando craques individuais com explosão. Suas abordagens evasivas aos questionamentos de torcedores e imprensa sobre o assunto também não estão amenizando a impressão de que o técnico está superprotegendo o jogador ou desperdiçando seu talento.
Já o Haiti demonstra preferir uma espécie de catenaccio, segurando a retranca e aceitando menos posse de bola para explorar contra-ataques em transições ágeis. A dupla Bellegarde e Pierrot merecem atenção, e caso Nazon e Isidor entrem no segundo tempo, também são caras que fazem a diferença entre os bicolores.
Mais chuteira no chão e menos salto-alto podem fazer muito bem ao Brasil na partida de hoje.

