Campanha: câncer colorretal tem até 90% de chance de cura com diagnóstico precoce
Imagem: Halcyon Marine. Licença: CC0 Public Domain
Matéria: Mario Gazzola
O câncer colorretal, que afeta o intestino grosso (cólon) e o reto, está entre os tipos mais frequentes diagnosticados no Brasil e no mundo. Em muitos casos, surgem pequenos pólipos que podem permanecer por anos sem causar sintomas, o que faz dos exames preventivos cruciais para redução da mortalidade.
Sinais que merecem atenção incluem: alterações persistentes no funcionamento do intestino, como diarreia ou prisão de ventre prolongadas; presença de sangue nas fezes; dor abdominal frequente; perda de peso sem causa aparente; sensação de evacuação incompleta; e anemia de origem desconhecida. Esses sintomas não diagnosticam automaticamente a doença, mas devem ser avaliados por um profissional de saúde.
Idade é um dos principais fatores de risco. Especialmente a partir dos 50 anos, embora casos em pessoas mais jovens tenham chamado a atenção nos últimos anos. Histórico familiar da doença, obesidade, sedentarismo, tabagismo, alcoolismo e alimentação inadequada, ultraprocessada e pobre em fibras, também são.
A prevenção envolve hábitos saudáveis de alimentação, prática de atividade física, superação de vícios e controle do peso corporal. Mas além do estilo de vida, o rastreamento é essencial. Exames de colonoscopia e detecção de sangue oculto nas fezes são valiosos para um diagnóstico precoce, cujas taxas de cura aumentam nos casos.
O tratamento pode ser realizado com cirurgia e, conforme o estágio da doença, associado à quimio ou radioterapia. A recomendação dos especialistas é que pessoas dentro da faixa etária indicada ou que possuam fatores de risco procurem atendimento médico. Informação, prevenção e diagnóstico ainda são as melhores estratégias para reduzir os impactos da doença.




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