Imagem: Michael Emilio. Licença: Creative Commons BY
Cobertura: Mario Gazzola
Tá quase na hora: às 17h00, o Ismail Elfath apita bola rolando entre Brasil x Noruega.
Os canários do Carlo Ancelotti serão: Alisson no gol; Douglas Santos e Danilo pelas laterais; Gabriel Magalhães e o capitão Marquinhos na zaga; os pontas serão Gabriel Martinelli e Rayan; os volantes serão Casemiro e Bruno Guimarães; e a dupla de atacantes em campo terá Vinícius Jr. e Matheus Cunha. 442 tradicional.
Os vikings do Stale Solbakken serão: o goleiro Nyland; os laterais Ryerson e Wolfe; os zagueirões Kristoffer Ajer e Heggem; um trio de meio campo formado pelo capitão Odegaard e por Sander Berge e Patrick Berg; e um trio de ataque composto por Sorloth, Erling Haaland e Nusa. 433 tradicional.
Na seleção brasuca, Vinícius Jr. continua sendo o maior protagonista: gera desequilíbrio ofensivo, articula bem para criar chances e tem marcado gols cruciais. Mas não parece zap seco nesse truco de jeito nenhum: Rayan tá surpreendendo como um cara que traz velocidade, intensidade, participa de jogadas matadoras e substitui bem ao Raphinha, que ainda não está com a barra 100% carregada, permanece no banco e não tava entregando aquele bolão; Martinelli brilhou contra o Japão e, se consistente, deve trazer profundidade e recomposição aos verde-amarelos, sendo ótima opção para cobrir o Paquetá, de atestado; e nem é preciso dizer que o Matheus Cunha é phoda pra pressionar a saída de bola adversária, finaliza clínico e manda bem na parceria criativa com o Vini Jr.
Já a Noruega é muito mais dependente da dupla Haaland e Odegaard. De um lado, o Majin Boo nórdico que solta o parafuso de qualquer zaga, atacando nos espaços com jogo físico e mira a laser na chuteira. Do outro, o maestro dos fjords que dita ritmo de jogo, arranja bolas enfiadas sensacionais e que mais abastece o ataque dos bacalhaus.
Agora é acompanhar bola em jogo. O palpite dos feras é: o Brasil engole lutefisk ou derrete a neve?

